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Em 2016, dengue, zika e chikungunya causaram 794 mortes

24/01/2017 07:18:12 | Em: Diversos

REPÓRTER: Dengue, zika e chikungunya provocaram 794 mortes em 2016, segundo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. O número corresponde a casos registrados até 24 de dezembro, quando o Brasil contabilizou 1.976.029 casos prováveis das três doenças, todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti . No mesmo período de 2015, cerca de mil pessoas tinham morrido pelas mesmas enfermidades. A deputada federal Geovania de Sá, do PSDB de Santa Catarina, alerta que a redução no número de casos não sinaliza alívio. Para a parlamentar, o país ainda precisa avançar muito no combate às raízes do problema.

SONORA DEPUTADA FEDERAL GEOVANIA DE SÁ

"O indicador ainda é alarmante. Por isso que a gente percebe que a promoção e prevenção em saúde são primordiais. Lá na base, nas unidades de atendimento, na saúde da família, desde a orientação e os cuidados, para que as pessoas estejam cientes dos males que essas doenças podem causar."

REPÓRTER: O número de casos de dengue registrados no ano passado – quase 1,5 milhão – já é o segundo mais alto desde 1990. A doença veio acompanhada de um aumento vertiginoso nos casos da febre chikungunya, que passaram de 38.499 em 2015 para 265.554 registros em 2016. Foi também no ano passado que a zika, identificada pela primeira vez em abril de 2015, causou comoção pública, com 214.193 casos registrados. O avanço da microcefalia em recém-nascidos ligados à zika levou a Organização Mundial da Saúde a declarar situação de emergência. Diante do surto, Geovania destaca a importância de se investir em mais pesquisas.

SONORA DEPUTADA FEDERAL GEOVANIA DE SÁ

"Nós temos que investir mais em pesquisa. Há uma necessidade muito grande. Porque às vezes fica só combatendo, o custo é mais elevado. Essa é a importância da atuação do governo federal e do Ministério da Saúde, para que façam um investimento maior na prevenção do que depois apagando um incêndio."

REPÓRTER: O Ministério da Saúde informou que tem atuado junto às administrações municipais na manutenção de atividades de enfrentamento ao mosquito transmissor das doenças. A pasta tem realizado videoconferências com os novos gestores para incentivar ações como as “Sextas sem Mosquito”, implantadas no fim do ano passado, além de reforçar outras ações nacionais. De Brasília, Jéssica Vasconcelos. 

 

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